Hospital do Futuro

Pensar hoje a saúde que queremos amanhã

As residências assistidas, modelo originalmente desenvolvido no nosso País pelos Grupos Mello Saude e Espirito Santo Saude, estão permanentemente a surgir mas discussões sobre as respostas para os Idosos.
Contrariando completamente o modelo social e caritativo existente, este tipo de oferta surgiu para um mercado alto elevado com uma capacidade económica rara. Apresenta-se como uma alternativa à vida no domicilio próprio com a oferta de assistência de cuidados de saude.
Percebendo que este modelo poderá estar fora do tempo, ou seja, ainda não existir um verdadeiro mercado para esta oferta mas que será esta oferta a mais indicada no futuro, é altura de reflectirmos sobre a concepção do próprio modelo e tentarmos perceber se devemos seguir esta pista ou simplesmente colocá-la de lado e procurar outro tipo de soluções.
Será que de facto a residência assistida é a melhor forma de prestarmos cuidados e oferecermos serviços à Grande Idade? Será que só criticamos o modelo porque é extraordinariamente caro? Ou será que existem outras razões para não concordarmos com esta oferta do ponto de vista técnico?
Para mim há uma questão muito pertinente: o meu conhecimento prático da vivência com Idosos em Lar/residência faz-me pensar que existem situações que devem ser prevenidas. Da mesma forma que não faz sentido termos um Lar a admitir pessoas dependentes já que o envelhecimento da população do Lar cria dificuldades de rácios de pessoal que se agravam com a entrada de novos dependentes, chegando rapidamente a uma situaçlão de 100% de dependentes e invertendo todos os objectivos do Lar, também me parece que não faz muito sentido criar estruturas habitacionais com aparelhagens electricas e utensilios potencialmente perigosos para pessoas que estão a envelhecer e a perder naturalmente as suas capacidades mentais, pelo que quando isso acontecer coloca-se a questão: para onde vão essas pessoas? Se pudessem viver num apartmaneto sózinhas, porque não optariam pela sua própria casa?
Acrecento que na maioria destas soluções as pessoas são motivadas a fazer a compra do imóvel, ainda que ele reverta, depois da sua morte, para a entidade gestora. Mas se a pessoa desenvolve uma situação de alzheimer o que lhe fazem? Mantem-na no apartamento com todas aquelas aparelhagens e sem acompanhamento permanente? Ou internam-na noutra unidade e a pessoa paga a residência e o outro internamento?
Como resolvemos este problema?

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Respostas a este tópico

As residencias assistidas destinam-se, como afirma no artigo, a um grupo de pessoas com alto rendimento. Outra perspectiva, destinada a pessoas com rendimento médio alto, com visão de futuro. Investem hoje num equipamento de qualidade e assistência na saúde.

O usufruto do imóvel pressupõe constituir a morada do casal  em situação de grande idade. A perda de faculdades mentais e limitações da mobilidade estão incluídas na assitência (Residência Assistida), normalmente e desejavel junto a unidade de saúde (consultório médico e de enfermagem).

A concepção arquitectónica é muito importante nestas situações, pelo que recomendo a consulta ao site de gabinete de arquitetos habiliatdos e envolvidos na concepção de espaços da assistência social e de saúde para a malta avançada - http://www.pachecosantos.com/

 

Espero o vosso comentário.

 

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