Muito obrigada, pela atenção, irei ver sim.
A minha base académica é contabilidade. Fui gerente de lar por 2 anos, onde aprendi com todos os colaboradores da instituição, e sobretudo com os idosos, de quem recebia tanto carinho. Tive que sair, pelo facto de não partilhar da política da empresa, o dinheiro não é tudo, principalmente quando isso mexe com a qualidade de vida dos idosos. Gostei tanto que achei pertinente ter formação adequada.
Tenho o desejo de abrir, não mais um dos tantos lares que existem por aí, mas um que possa marcar pela diferença, principalmente pela diferença da dignidade humana e pelo respeito e qualidade de vida de tantas pessoas que a partir do momento em que entram na IPSS, dependem de nós profissionais e do carinho que precisam que é algo que se dá, e não tem preço para qualquer das partes.
Ao referir cuidados paliativos, deve-se ao facto da carência de instituições que o façam, mas julgo não ter capacidade financeira, pelo menos não sem apoios para o fazer.
Ficarei muito grata por todo e qualquer apoio ou comentário, positivo ou negativo que me possam fazer. Aceitar o erro é querer corrigir esse mesmo erro, tento reflectir sobre isso, só assim se consigo mudar.
É uma mais valia para mim, poder contar com a opinião de profissionais capacitados como o Senhor e tantos outros que fazem parte deste site.
Mais uma vez, obrigada.
Maria do Rosário
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A minha base académica é contabilidade. Fui gerente de lar por 2 anos, onde aprendi com todos os colaboradores da instituição, e sobretudo com os idosos, de quem recebia tanto carinho. Tive que sair, pelo facto de não partilhar da política da empresa, o dinheiro não é tudo, principalmente quando isso mexe com a qualidade de vida dos idosos. Gostei tanto que achei pertinente ter formação adequada.
Tenho o desejo de abrir, não mais um dos tantos lares que existem por aí, mas um que possa marcar pela diferença, principalmente pela diferença da dignidade humana e pelo respeito e qualidade de vida de tantas pessoas que a partir do momento em que entram na IPSS, dependem de nós profissionais e do carinho que precisam que é algo que se dá, e não tem preço para qualquer das partes.
Ao referir cuidados paliativos, deve-se ao facto da carência de instituições que o façam, mas julgo não ter capacidade financeira, pelo menos não sem apoios para o fazer.
Ficarei muito grata por todo e qualquer apoio ou comentário, positivo ou negativo que me possam fazer. Aceitar o erro é querer corrigir esse mesmo erro, tento reflectir sobre isso, só assim se consigo mudar.
É uma mais valia para mim, poder contar com a opinião de profissionais capacitados como o Senhor e tantos outros que fazem parte deste site.
Mais uma vez, obrigada.
Maria do Rosário